Cartagena: três economias, um problema de dados
Cartagena não é uma economia só, são várias sobrepostas: o turismo do Centro Histórico e Bocagrande, a logística portuária e a indústria de Mamonal (petroquímica, plásticos, alimentos), e um comércio que vai da loja de bairro ao distribuidor atacadista. O que têm em comum é um padrão que vemos por toda parte: sistemas que não conversam e equipes respondendo as mesmas perguntas no WhatsApp o dia todo.
Onde a IA conectada realmente compensa
- Turismo e hotelaria: um chatbot de WhatsApp que informa disponibilidade real, faz a reserva no PMS, roda pré-check-in e escala para a recepção. O hóspede não espera; a equipe não copia dados à mão.
- Logística e porto: agentes que respondem status de carga, documentos e agendamentos a clientes e transportadoras, consultando o sistema real. Menos ligações, menos e-mails perdidos.
- Comércio e distribuição: um bot que cota, consulta estoque no ERP (Siigo, World Office, SAP) e recebe pedidos pelo WhatsApp, liberando o vendedor para fechar.
O stack e o método
Modelos como Claude ou GPT para conversa e raciocínio, conectados à API do WhatsApp Business, ao seu ERP/PMS e aos seus bancos de dados via REST. Front end React/Astro quando o projeto precisa de um app web. A regra é constante: a IA opera sobre o seu dado real, não um sandbox de demo.
Começamos com um piloto delimitado para medir o ROI antes de escalar. Sem caso mensurável, não há projeto.
Entrega local a partir de Bolívar
Ficamos em Turbaco (Bolívar), a minutos de Cartagena. Reunimos presencialmente para levantamento e integração quando preciso, e desenvolvemos e damos suporte remoto. O modelo funciona igual para o Centro, Bocagrande, a zona norte e Mamonal.